O primeiro passo é definir o problema
Antes de comparar escritórios, descreva o que a empresa precisa: rotina contábil e fiscal, folha, planejamento tributário, BPO financeiro, gestão, auditoria, abertura, reorganização ou atendimento setorial. Um fornecedor pode ser excelente em um escopo e inadequado para outro.
1. Confirme registro e responsabilidade técnica
Verifique a organização e o responsável técnico nos canais oficiais e no Conselho Regional de Contabilidade de Goiás. O cadastro em diretórios, avaliações ou redes sociais não substitui essa conferência.
2. Compare escopo e responsabilidades
Peça uma proposta que descreva entregas, prazos, reuniões, documentos, responsabilidades do cliente, responsabilidades do escritório e o que é cobrado à parte. BPO financeiro, consultoria e projetos tributários podem ser escopos distintos da mensalidade contábil.
3. Entenda tecnologia e integração
Confirme como documentos chegam ao escritório, quais sistemas serão usados, se há integração com ERP, como funciona o fechamento e quem tem acesso aos dados. Tecnologia deve reduzir retrabalho, não criar uma nova camada de confusão.
4. Verifique experiência com seu setor e regime
Comércio, serviços, saúde, construção, indústria e agronegócio têm rotinas diferentes. O mesmo vale para Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Peça exemplos de processos e competências, sem solicitar informações sigilosas de outros clientes.
5. Defina como será o atendimento
Pergunte quem será o ponto de contato, prazo médio de resposta, frequência das reuniões, quais especialistas participam de decisões tributárias e como urgências serão tratadas.
6. Planeje a troca de contador
Se a empresa já possui contador, organize procurações, documentos, saldos, obrigações, acessos e responsabilidades de transição. Evite uma troca sem calendário e sem conferência do que ficou pendente.