Os complexos de Itaberaí e Nova Veneza formam a base industrial de uma cadeia que também inclui ativos rurais e logísticos.
Complexo de Itaberaí
Itaberaí abriga a origem industrial e mantém papel central na cultura da companhia. O complexo se relaciona com aviários, fornecedores, trabalhadores, escolas, serviços e rotas regionais.
A fábrica não é uma ilha: sua operação depende da cidade e altera a cidade.
Complexo de Nova Veneza
A segunda planta ampliou capacidade produtiva e distribuiu atividades em outro município goiano. A expansão criou empregos e uma nova relação territorial.
Informações de capacidade e linhas devem ser atualizadas a partir de documentos corporativos e licenças.
Fábricas de ração, incubatórios e armazenagem
A estrutura inclui ativos que antecedem o processamento. Fábricas de ração organizam nutrição; incubatórios controlam nascimento; armazéns mantêm grãos; granjas de matrizes produzem ovos férteis.
A soma desses ativos explica a classificação da empresa como cadeia integrada.
Tecnologia industrial e sistemas de gestão
Automação, laboratórios, sensores, sistemas de informação e o SAP apoiam planejamento, rastreabilidade, finanças e produção.
Tecnologia não substitui pessoas; aumenta a necessidade de formação e governança de dados.
Impacto territorial
Grandes unidades influenciam tráfego, consumo de recursos, mercado imobiliário e serviços públicos. Planejamento urbano e ambiental precisa acompanhar a escala industrial.
Cada complexo industrial é apresentado em conexão com o município onde opera e com os efeitos que produz no território.
