Quantos clubes aparecem na trajetória de Baltazar?
A cronologia reúne 6 grandes fases. Algumas agrupam mais de um clube para manter a leitura histórica sem transformar a página em uma lista sem contexto.
WikiGoiás · Baltazar
Carreira de Baltazar explicada clube por clube: cronologia, títulos, marcas, partidas decisivas, mudanças táticas e critérios para jogos e gols.

A trajetória de Baltazar deve ser lida por fases concretas: formação, afirmação, transferências, títulos, lesões, adaptações e legado.
| Período | Clube / seleção | O que define a fase |
|---|---|---|
| 1978 | Atlético Goianiense | Estreia profissional e artilharia do Campeonato Goiano. |
| 1979–1982 | Grêmio | Bicampeão gaúcho, artilheiro estadual e autor do gol do primeiro título brasileiro do clube, em 1981. |
| 1982–1985 | Palmeiras, Flamengo e Botafogo | Passagens por três grandes clubes brasileiros; campeão brasileiro de 1983 pelo Flamengo. |
| 1985–1988 | Celta de Vigo | Adaptação ao futebol espanhol e grande produção de gols. |
| 1988–1991 | Atlético de Madrid | Pichichi de 1988/89 com 35 gols e projeção internacional definitiva. |
| 1991–1996 | Porto, Rennes, Goiás e Kyoto | Fase final com experiências em Portugal, França, retorno a Goiás e futebol japonês. |
Uma lista de troféus só é útil quando o atleta efetivamente fazia parte do elenco no período. Por isso, esta página relaciona cada conquista à fase correspondente da carreira.
Centroavante técnico, forte no jogo aéreo e capaz de concluir sem preparação longa. Sabia dominar cruzamentos no peito, proteger a bola entre zagueiros e finalizar com ambos os pés.
A função tática mudou entre clubes, treinadores e fases físicas. O acervo compara partidas completas, escalações e contexto de competição para evitar conclusões baseadas apenas em vídeos de melhores momentos.
Centroavante conhecido como “Artilheiro de Deus”, campeão brasileiro pelo Grêmio e artilheiro do Campeonato Espanhol pelo Atlético de Madrid. A relevância permanece porque a carreira conecta o futebol goiano a títulos, clubes e competições de grande alcance.
A cronologia reúne 6 grandes fases. Algumas agrupam mais de um clube para manter a leitura histórica sem transformar a página em uma lista sem contexto.
Bases diferentes incluem ou excluem amistosos, torneios regionais, jogos de base e partidas não reconhecidas como oficiais. A página adota o número da fonte identificada.
Não necessariamente. O papel pode variar entre titular, reserva utilizado, jovem integrado ou atleta que participou apenas de parte da campanha. Por isso, o texto relaciona conquista e fase.
O WikiGoiás não mistura automaticamente números de fontes diferentes. Uma base pode contar somente partidas oficiais; outra pode incluir amistosos, torneios preparatórios ou jogos festivos. O mesmo cuidado vale para “títulos”: taças oficiais, turnos estaduais, torneios amistosos e prêmios individuais são categorias distintas.
Quando um número é apresentado, ele está ligado à fonte indicada no fim da página. Quando há divergência relevante, a diferença deve ser registrada em vez de escolher a contagem mais alta ou mais favorável ao personagem.
Conquista coletiva: a leitura correta considera o papel do jogador na campanha, os jogos disputados e os momentos decisivos.
Marca individual que deve ser comparada pelo regulamento, número de partidas e critério estatístico da competição.
Uma cronologia realmente útil precisa explicar o que mudou em cada transferência: nível de competição, função tática, responsabilidade, minutos e expectativa. Abaixo, cada passagem é interpretada a partir do contexto descrito nas fontes.
Estreia profissional e artilharia do Campeonato Goiano.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Baltazar como centroavante. O valor histórico da passagem está na combinação entre contexto do clube, minutos em campo, concorrência interna, resultados e evolução da função exercida.
Bicampeão gaúcho, artilheiro estadual e autor do gol do primeiro título brasileiro do clube, em 1981.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Baltazar como centroavante. Foi o período de transformação entre promessa e profissional: treino, adaptação física, disputa por minutos e aprendizagem sob pressão passaram a pesar tanto quanto o talento técnico.
Passagens por três grandes clubes brasileiros; campeão brasileiro de 1983 pelo Flamengo.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Baltazar como centroavante. É uma fase que precisa ser analisada por partidas decisivas, presença no elenco, função tática e impacto real na conquista, não apenas pela soma de troféus no currículo.
Adaptação ao futebol espanhol e grande produção de gols.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Baltazar como centroavante. A mudança de país trouxe novas exigências de idioma, metodologia, intensidade e posicionamento. A permanência ou a sequência de jogos ajuda a medir o grau de adaptação.
Pichichi de 1988/89 com 35 gols e projeção internacional definitiva.
Fase final com experiências em Portugal, França, retorno a Goiás e futebol japonês.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Baltazar como centroavante. A etapa mostra como a carreira foi reorganizada após mudança de contexto, perda de sequência ou necessidade de reconstrução física e esportiva.
Os dados abaixo foram confrontados entre páginas oficiais de clubes, entidades esportivas e bases estatísticas. Quando há diferença de contagem, a página identifica o critério e evita misturar amistosos, jogos oficiais e torneios de categorias distintas.