Quantos clubes aparecem na trajetória de Túlio Maravilha?
A cronologia reúne 5 grandes fases. Algumas agrupam mais de um clube para manter a leitura histórica sem transformar a página em uma lista sem contexto.
WikiGoiás · Túlio Maravilha
Carreira de Túlio Maravilha explicada clube por clube: cronologia, títulos, marcas, partidas decisivas, mudanças táticas e critérios para jogos e gols.

A trajetória de Túlio Maravilha deve ser lida por fases concretas: formação, afirmação, transferências, títulos, lesões, adaptações e legado.
| Período | Clube / seleção | O que define a fase |
|---|---|---|
| 1987–1992 | Goiás | Formação e afirmação profissional; campeão goiano em 1989 e artilheiro do Brasileiro daquele ano, com 11 gols. |
| 1992–1994 | Sion, da Suíça | Primeira experiência internacional, com adaptação ao futebol europeu e manutenção de boa média de gols. |
| 1994–1996 | Botafogo | Artilheiro dos Brasileiros de 1994 e 1995; marcou nos dois jogos da final de 1995 contra o Santos e foi protagonista do título. |
| 1997–2000 | Corinthians, Vitória, Botafogo, Fluminense, Cruzeiro e Vila Nova | Fase de circulação por grandes clubes e retornos ao futebol goiano. |
| Anos 2000 | Clubes brasileiros e estrangeiros | Passagens por equipes como São Caetano, Brasiliense, Atlético-GO, Itumbiara, Volta Redonda, Újpest e Jorge Wilstermann, além de projetos ligados à busca do milésimo gol. |
Uma lista de troféus só é útil quando o atleta efetivamente fazia parte do elenco no período. Por isso, esta página relaciona cada conquista à fase correspondente da carreira.
Atacante de área, oportunista, agressivo no primeiro movimento e especialmente eficiente em rebotes, cruzamentos rasteiros e bolas desviadas. Sua melhor fase combinou velocidade de reação, confiança e capacidade de jogar sob pressão popular.
A função tática mudou entre clubes, treinadores e fases físicas. O acervo compara partidas completas, escalações e contexto de competição para evitar conclusões baseadas apenas em vídeos de melhores momentos.
Centroavante revelado pelo Goiás, três vezes artilheiro do Campeonato Brasileiro e protagonista do Botafogo campeão nacional de 1995. A relevância permanece porque a carreira conecta o futebol goiano a títulos, clubes e competições de grande alcance.
A cronologia reúne 5 grandes fases. Algumas agrupam mais de um clube para manter a leitura histórica sem transformar a página em uma lista sem contexto.
Bases diferentes incluem ou excluem amistosos, torneios regionais, jogos de base e partidas não reconhecidas como oficiais. A página adota o número da fonte identificada.
Não necessariamente. O papel pode variar entre titular, reserva utilizado, jovem integrado ou atleta que participou apenas de parte da campanha. Por isso, o texto relaciona conquista e fase.
O WikiGoiás não mistura automaticamente números de fontes diferentes. Uma base pode contar somente partidas oficiais; outra pode incluir amistosos, torneios preparatórios ou jogos festivos. O mesmo cuidado vale para “títulos”: taças oficiais, turnos estaduais, torneios amistosos e prêmios individuais são categorias distintas.
Quando um número é apresentado, ele está ligado à fonte indicada no fim da página. Quando há divergência relevante, a diferença deve ser registrada em vez de escolher a contagem mais alta ou mais favorável ao personagem.
Conquista coletiva: a leitura correta considera o papel do jogador na campanha, os jogos disputados e os momentos decisivos.
Marca individual que deve ser comparada pelo regulamento, número de partidas e critério estatístico da competição.
Uma cronologia realmente útil precisa explicar o que mudou em cada transferência: nível de competição, função tática, responsabilidade, minutos e expectativa. Abaixo, cada passagem é interpretada a partir do contexto descrito nas fontes.
Formação e afirmação profissional; campeão goiano em 1989 e artilheiro do Brasileiro daquele ano, com 11 gols.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Túlio Maravilha como centroavante. Foi o período de transformação entre promessa e profissional: treino, adaptação física, disputa por minutos e aprendizagem sob pressão passaram a pesar tanto quanto o talento técnico.
Primeira experiência internacional, com adaptação ao futebol europeu e manutenção de boa média de gols.
Artilheiro dos Brasileiros de 1994 e 1995; marcou nos dois jogos da final de 1995 contra o Santos e foi protagonista do título.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Túlio Maravilha como centroavante. É uma fase que precisa ser analisada por partidas decisivas, presença no elenco, função tática e impacto real na conquista, não apenas pela soma de troféus no currículo.
Fase de circulação por grandes clubes e retornos ao futebol goiano.
A leitura dessa etapa deve considerar a função de Túlio Maravilha como centroavante. A etapa mostra como a carreira foi reorganizada após mudança de contexto, perda de sequência ou necessidade de reconstrução física e esportiva.
Passagens por equipes como São Caetano, Brasiliense, Atlético-GO, Itumbiara, Volta Redonda, Újpest e Jorge Wilstermann, além de projetos ligados à busca do milésimo gol.
Os dados abaixo foram confrontados entre páginas oficiais de clubes, entidades esportivas e bases estatísticas. Quando há diferença de contagem, a página identifica o critério e evita misturar amistosos, jogos oficiais e torneios de categorias distintas.