A My Broker construiu parte de sua projeção por meio da internet, do marketing de influência e da transformação do corretor em produtor de conteúdo.

1. Internet como alavanca

Ronaldo Dantas atribui parte do crescimento ao uso da internet para ganhar escala e projeção. O digital permitiu atingir compradores além da rede pessoal do corretor.

2. Conteúdo de imóveis

Vídeos curtos, tours, análises de bairros e bastidores aproximam o público. O conteúdo precisa informar, e não apenas gerar atenção.

3. Corretores influenciadores

A empresa ganhou notoriedade com profissionais que desenvolveram grandes audiências. Esse modelo mostra o poder da marca pessoal, mas também cria dependência da imagem individual.

A saída de influenciadores evidencia a necessidade de equilibrar autoridade do corretor e patrimônio institucional.

4. Tráfego e dados

Campanhas digitais geram leads, mas qualidade é mais importante que volume. A equipe precisa registrar origem, atendimento, visita e conversão.

5. Tecnologia operacional

Uma rede com milhares de profissionais depende de CRM, distribuição de oportunidades, dashboards e comunicação. Sem dados consistentes, a expansão perde eficiência.

6. Ética e publicidade

Conteúdo imobiliário deve informar preço, localização, condição e limitações. Promessas de rentabilidade ou valorização precisam ser contextualizadas.

7. Marca pessoal e formação

A empresa incentiva protagonismo empreendedor. O corretor pode construir audiência, especialidade e reputação, desde que preserve transparência e regras profissionais.

8. Algoritmos e dependência de plataformas

Perfis podem crescer rapidamente em redes sociais, mas mudanças de algoritmo reduzem alcance. A autoridade precisa ser distribuída entre site, banco de dados, canais de vídeo, imprensa e relacionamento direto.

A imobiliária que depende de uma única plataforma pode perder audiência sem qualquer controle.

9. Qualidade do lead

Uma campanha pode gerar milhares de contatos pouco preparados. A equipe deve segmentar interesse, orçamento, prazo e localização. Responder rapidamente é importante, mas compreender intenção é decisivo.

Métricas de vaidade, como visualizações, não substituem visitas qualificadas, propostas e contratos.

10. Conteúdo como ativo de busca

Vídeos e artigos sobre bairros, financiamento, lançamentos e documentação podem continuar atraindo público por anos. Para isso, precisam de título descritivo, transcrição, imagem, autor e links internos.

A estratégia de autoridade é mais sólida quando o conteúdo ajuda o usuário mesmo que ele não compre naquele momento.

11. Conteúdo que reduz incerteza

Vídeos e redes sociais têm maior utilidade quando respondem dúvidas reais: diferença entre bairros, custos de condomínio, etapas do financiamento, riscos de uma compra na planta e critérios de avaliação. Conteúdo baseado apenas em ostentação pode gerar alcance, mas não necessariamente confiança.

O corretor digital precisa separar informação, opinião e publicidade. Quando existe relação comercial com o empreendimento, essa condição deve ser clara. Dados de valorização e rentabilidade precisam apresentar período, fonte e limitações.

12. CRM, velocidade e qualidade do atendimento

Um lead de internet costuma conversar com várias empresas ao mesmo tempo. Velocidade de resposta importa, mas respostas automáticas sem contexto podem afastar o cliente. O CRM deve ajudar a registrar necessidades, histórico e próximos passos, não apenas pressionar por contato.

A tecnologia também permite avaliar o funil: quantos leads foram atendidos, quantos avançaram para visita, quais produtos geraram desistência e quanto tempo foi necessário para concluir a venda. Esses dados orientam treinamento e investimento em mídia.

13. Fontes

14. Perguntas frequentes

A internet foi importante para a empresa?

Sim. Ronaldo Dantas relaciona o digital à projeção e ao crescimento.

O corretor pode produzir conteúdo?

Sim, desde que informe com transparência e respeite regras profissionais.

Marca pessoal cria riscos?

Pode criar dependência excessiva de uma pessoa e conflitos de posicionamento.

Leads digitais precisam de dados?

Sim. Origem, atendimento e conversão devem ser acompanhados.