1. Origem em 2001

O Instituto Rizzo foi fundado em 2001 pelo empresário Leonardo Rizzo, pelo artista plástico Siron Franco e pelo jornalista ambiental Washington Novaes. A criação esteve relacionada ao movimento que defendia o reconhecimento da cidade de Goiás como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

O título foi concedido em dezembro de 2001. Segundo a própria instituição, o Instituto participou ativamente da mobilização e passou a desenvolver uma agenda permanente voltada à cultura, ao patrimônio, às artes e ao meio ambiente.

2. Três fundadores e áreas complementares

Leonardo Rizzo trouxe a estrutura empresarial e o interesse pela preservação da história goiana. Siron Franco acrescentou uma trajetória reconhecida nas artes visuais. Washington Novaes contribuiu com experiência jornalística e ambiental.

A combinação ajuda a compreender a identidade do Instituto: projetos culturais associados à memória, formação de público e reflexão ambiental. A organização não funciona apenas como braço promocional de uma empresa imobiliária; ela desenvolveu programação própria e uma rede de parcerias.

3. Cidade de Goiás e patrimônio mundial

A antiga Vila Boa reúne arquitetura colonial, paisagem urbana, tradições religiosas e memória política. O reconhecimento pela UNESCO ampliou a visibilidade internacional e reforçou compromissos de preservação.

Entre os marcos citados pelo Instituto está o patrocínio ao livro Cidade de Goiás, Patrimônio da Humanidade, Origens, de Paulo Bertran e Rui Faquini, publicado em 2009. A obra se conecta à valorização documental da cidade e de sua formação histórica.

4. Sede no Setor Sul

O Instituto está localizado na Avenida Cora Coralina, no Setor Sul, em Goiânia. A sede é descrita como uma réplica do Museu das Bandeiras da cidade de Goiás, criando uma ligação arquitetônica com a origem do projeto.

O espaço recebe exposições, concertos, palestras, oficinas, debates e atividades culturais. Sua localização em um bairro histórico de Goiânia também aproxima o Instituto de discussões sobre preservação urbana e ocupação cultural dos espaços.

5. Cantata de Natal

A Cantata de Natal é um dos projetos mais conhecidos. A instituição informa que o espetáculo ocorre desde 2009 e integra música, iluminação e outras linguagens artísticas.

Eventos recorrentes ajudam a formar memória afetiva e criam circulação cultural fora dos grandes equipamentos públicos. A continuidade do projeto também permite acompanhar mudanças de repertório, participação de artistas e presença do público ao longo dos anos.

6. Musicalidades nas cidades goianas

O projeto itinerante “Musicalidades — música nas cidades goianas” percorreu 12 municípios em 2021 e 2022, conforme o histórico do Instituto. A iniciativa combinou oficinas para estudantes da rede pública e concertos coordenados pelo maestro Alessandro Borgomanero, ligado à Camerata Filarmônica de Goiás.

Levar atividades formativas e apresentações ao interior descentraliza o acesso à música de concerto e cria contato direto entre artistas, escolas e comunidades.

7. Arte, educação e meio ambiente

Ao longo de mais de duas décadas, o Instituto passou a organizar exposições, concertos didáticos, workshops, palestras, espetáculos e debates. A agenda ambiental aparece em atividades de conscientização e na defesa de uma relação equilibrada entre desenvolvimento e preservação.

A ligação com o mercado imobiliário torna esse eixo particularmente relevante. Urbanização e desenvolvimento de áreas precisam dialogar com patrimônio, paisagem, recursos naturais e qualidade de vida. O Instituto fornece uma dimensão cultural e ambiental à trajetória do Grupo Rizzo.

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Fontes e referências

Perguntas frequentes

Quando o Instituto Rizzo foi fundado?

Em 2001.

Quem fundou o Instituto?

Leonardo Rizzo, Siron Franco e Washington Novaes.

Qual foi a relação com a cidade de Goiás?

O Instituto nasceu ligado à mobilização pelo reconhecimento da cidade como Patrimônio Mundial pela UNESCO.

Onde fica a sede?

Na Avenida Cora Coralina, no Setor Sul, em Goiânia.