José Carlos Garrote de Souza
Conhecido publicamente como Zé Garrote, o empresário construiu identidade ligada a Itaberaí, à avicultura e à indústria. O apelido tornou-se mais conhecido que o nome completo e aparece em entidades, entrevistas e homenagens.
Sua biografia deve ser compreendida pela sequência de decisões, não apenas pelo resultado atual.
Experiência no comércio
A farmácia e outras atividades comerciais ensinaram fluxo de caixa, atendimento, crédito e risco. Esses aprendizados foram levados para a avicultura, onde ciclos produtivos e preços criavam desafios diferentes.
O comércio também formou uma comunicação direta, marca presente em suas palestras.
Entrada na avicultura em 1981
A sociedade com Carlos Vieira inseriu Zé Garrote em um negócio iniciado com aviários. Ele participou da ampliação da produção e do diagnóstico de que controlar apenas a criação era insuficiente.
A decisão de processar as aves mudou sua trajetória.
A construção da indústria
Vendas de patrimônio e busca de recursos permitiram concluir a planta de 1991. A SuperFrango criou uma marca e abriu acesso direto a clientes.
As etapas posteriores integraram ração, grãos, incubação e exportação.
Liderança empresarial e presença pública
Com a expansão, Zé Garrote passou a atuar em associações, conselhos, palestras e debates sobre indústria. A presidência da ADIAL ampliou sua responsabilidade para além da SSA.
Hoje, preside o conselho da companhia e compartilha experiência com empresários e instituições.
Aprendizado acumulado em cada etapa
A experiência no comércio ensinou a Zé Garrote a lidar com clientes, fluxo de caixa e risco. Na avicultura, ele passou a conviver com ciclos produtivos, custos de alimentação, sanidade e necessidade de escala.
A indústria acrescentou desafios de qualidade, logística, vendas e gestão de pessoas. O crescimento da companhia exigiu decisões que já não podiam ser tomadas apenas com a visão do fundador, criando espaço para profissionais especializados.
A presença em associações e eventos levou esses aprendizados para fora da empresa. Zé Garrote passou a discutir indústria, agronegócio, competitividade e desenvolvimento regional com empresários e lideranças de diferentes setores.
Hoje, a presidência do conselho representa a continuidade dessa evolução. A experiência acumulada orienta estratégia e cultura, enquanto equipes executivas conduzem a operação diária.