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WikiGoiás · Política · Lívio Luciano

Lívio Luciano nas eleições: votos, mandatos, suplências e candidatura de 2026

Uma leitura cronológica que separa votação, eleição, suplência, efetivo exercício do mandato e a candidatura atual.

Atualizado em 10 de setembro de 2026 • Por

Lívio Luciano disputa eleições para deputado estadual em Goiás desde os anos 1990. Foi eleito em 1998 e reeleito em 2002, voltou a exercer o mandato em diferentes períodos como suplente e, em 2026, é candidato a deputado estadual pelo Democrata, número 35015, com registro deferido. Sua maior votação registrada neste levantamento é de 24.763 votos, em 2010.

Carreira eleitoral desde os anos 1990

A primeira passagem de Lívio Luciano pela Assembleia Legislativa ocorreu em 1997, na condição de suplente. No ano seguinte, foi eleito deputado estadual com mais de 21 mil votos. Em 2002, conseguiu a reeleição, novamente acima de 21 mil votos.

A partir de 2006, sua trajetória passou a combinar votações expressivas e posições de suplência. Isso torna inadequado resumir toda a carreira com uma contagem simples de “mandatos”, porque em diferentes momentos ele assumiu cadeira em razão de afastamento ou saída de titulares.

O próprio perfil da Alego lista sua participação em diversas legislaturas e registra datas de entrada e retorno à suplência. A página eleitoral, portanto, separa voto obtido, resultado da eleição e período efetivo de exercício.

Votações registradas no levantamento

AnoVotosLeitura histórica
199821.398Eleito deputado estadual.
200221.129Reeleito deputado estadual.
200621.268Ficou na suplência.
201024.763Primeiro suplente; voltou a exercer mandato em períodos posteriores.
201416.620Terceiro suplente do PMDB; posteriormente efetivado em vaga aberta na legislatura.
201817.729Candidatura a deputado estadual.
202210.787Candidatura a deputado estadual.
2026Candidato pelo Democrata, nº 35015; resultado será atualizado após a apuração.

Os números históricos são apresentados como série consolidada a partir de registros eleitorais e biografias institucionais consultadas. Para consulta jurídica ou conferência oficial de cada pleito, a referência final é a Justiça Eleitoral.

O que significa ser suplente e depois assumir a cadeira

O sistema proporcional pode eleger candidatos diretamente e formar uma ordem de suplentes dentro de partido ou coligação. Quando um titular se afasta, licencia, assume outro cargo ou deixa definitivamente o mandato, suplentes podem ser convocados conforme as regras aplicáveis.

Foi o que ocorreu em diferentes momentos da carreira de Lívio. Em maio de 2008, por exemplo, voltou à Assembleia na vaga aberta pelo afastamento de Thiago Peixoto. Em junho daquele ano retornou à Secretaria de Comunicação e a cadeira passou a outro suplente. Em dezembro de 2010, voltou ao Parlamento em vaga aberta após a extinção do mandato de José Nelto.

Em 2011, assumiu novamente quando Luiz Carlos do Carmo se afastou para ocupar cargo municipal. Esses movimentos explicam por que uma matéria da própria Alego dizia que Lívio ocuparia pela sexta vez uma cadeira, sem significar seis eleições diretas.

Eleição de 2014 e efetivação na legislatura

Na eleição de 2014, Lívio obteve 16.620 votos e ficou como terceiro suplente do PMDB. O perfil biográfico da Assembleia registra que posteriormente foi efetivado na vaga deixada por Ernesto Roller, eleito prefeito de Formosa.

Esse episódio reforça a necessidade de consultar tanto o resultado eleitoral quanto o histórico da legislatura. Uma página que olha apenas para a votação não consegue explicar por que determinado político aparece exercendo mandato mesmo tendo terminado a eleição em posição de suplência.

2018 e 2022: redução da votação

Em 2018, Lívio recebeu 17.729 votos. Em 2022, a votação caiu para 10.787. A diferença mostra perda de força eleitoral em relação a ciclos anteriores, especialmente quando comparada à faixa acima de 20 mil votos alcançada em quatro eleições entre 1998 e 2010.

O dado é importante para a memória eleitoral, mas a WikiGoiás não atribui causa sem pesquisa específica. Mudança de partido, estrutura de campanha, concorrência, base territorial, alianças e contexto político podem influenciar resultados; qualquer explicação exige dados adicionais.

Candidatura de 2026

Nas eleições de 2026, Lívio Luciano voltou a disputar uma vaga de deputado estadual em Goiás. Os dados eleitorais sincronizados com o DivulgaCandContas registram candidatura pelo Democrata, número 35015, com situação deferida nesta atualização.

Como dados de candidatura podem receber alterações formais durante o processo eleitoral, a fonte primária para situação, documentos, prestação de contas e demais campos é o DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral.

Após a apuração, esta página deverá ser atualizada com votação oficial, colocação dentro do partido, situação de eleito ou suplente e distribuição territorial dos votos quando os dados oficiais estiverem disponíveis.

Perguntas frequentes

Sim. Foi eleito em 1998 e reeleito em 2002. Também exerceu o mandato em outros períodos por convocação como suplente.

Neste levantamento, a maior votação registrada é de 24.763 votos em 2010, quando ficou como primeiro suplente do PMDB.

A Assembleia Legislativa registra 21.268 votos em 2006, resultado que o deixou na suplência.

O registro institucional da Alego informa 16.620 votos e terceira suplência do PMDB.

Sim. Em 2026 é candidato a deputado estadual em Goiás pelo Democrata, número 35015, com registro deferido nesta atualização.

O número de urna registrado para a candidatura de 2026 é 35015.

Porque algumas entradas ocorreram como suplente convocado quando titulares se afastaram ou deixaram a cadeira. Por isso, número de eleições vencidas e número de períodos de exercício não são a mesma coisa.

No levantamento apresentado, ultrapassou 20 mil votos em 1998, 2002, 2006 e 2010.

No DivulgaCandContas, sistema oficial do Tribunal Superior Eleitoral para candidaturas e contas eleitorais.

Fontes e documentos

O WikiGoiás prioriza legislação, registros institucionais e documentos contemporâneos aos fatos. Quando há diferença entre a descrição inicial de um projeto e a norma publicada, prevalece o texto oficial final. Fontes jornalísticas são utilizadas para relações, falas ou contextos que não aparecem integralmente em atos administrativos.

Última atualização editorial deste dossiê: 10 de setembro de 2026.

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