Marconi Perillo: resultado das Eleições 2026
Marconi Perillo concorreu ao cargo de governador por Goiás em 4 de outubro de 2026, pelo PSDB, número 45. Recebeu 315.676 votos (8,69%) e o TSE registra o resultado: não eleito.
| Dado eleitoral | Resultado oficial |
|---|---|
| Cargo | Governador — Goiás |
| Partido e número de urna | PSDB — 45 |
| Votos | 315.676 |
| Percentual | 8,69% |
| Situação no TSE | Não eleito |
| Votação | 1º turno — 4 de outubro de 2026 |
Daniel Vilela (MDB) venceu a eleição para governador no primeiro turno, com 2.148.218 votos (59,17%).
Fonte: Resultados do TSE e arquivo oficial de totalização. Consulta em 8 de outubro de 2026; totalização de 04/10/2026, às 22:39:20, com 100% das seções totalizadas.
Marconi Perillo concorreu ao cargo de governador por Goiás em 4 de outubro de 2026, pelo PSDB, número 45. Recebeu 315.676 votos (8,69%) e o TSE registra o resultado: não eleito.
Eleições para governador
Primeira vitória
Eleito governador em uma disputa que marcou mudança de ciclo político em Goiás.
Reeleição
Venceu novo mandato e permaneceu no governo até 2006.
Retorno
Voltou ao Palácio das Esmeraldas após mandato no Senado.
Quarta vitória
Reeleito no segundo turno com 57,5% dos votos válidos, segundo o Senado Notícias.
Outras eleições
Marconi também venceu eleições para deputado estadual, deputado federal e senador. Em 2018, disputou novamente o Senado, mas não foi eleito.
Por que percentuais e números precisam de fonte
Resultados eleitorais são dados objetivos, mas podem ser alterados por retotalizações, decisões judiciais ou critérios de cálculo.
Eleição de 2026
Marconi Perillo concorreu ao cargo de governador por Goiás em 4 de outubro de 2026, pelo PSDB, número 45. Recebeu 315.676 votos (8,69%) e o TSE registra o resultado: não eleito.
Perguntas frequentes
Quantas eleições para governador Marconi venceu?
Quatro: 1998, 2002, 2010 e 2014.
Ele foi eleito senador?
Sim. Exerceu mandato no Senado Federal antes de retornar ao governo em 2011.
Como interpretar a trajetória nas urnas
Os resultados eleitorais mostram mais do que vitórias e derrotas. Eles permitem observar mudanças de cargo, capacidade de formar maioria estadual, força regional e momentos de desgaste. Uma votação para governador não pode ser comparada diretamente com uma disputa para senador ou deputado, porque o número de vagas, as alianças e a lógica da campanha são diferentes.
Nas quatro eleições vencidas para o Governo de Goiás, a distribuição territorial dos votos ajuda a identificar onde a mensagem de continuidade ou mudança teve maior força. Já em eleições posteriores, o desempenho precisa ser lido à luz do contexto nacional, da composição partidária e da presença de outros candidatos competitivos.
Percentuais devem sempre indicar se correspondem a votos válidos, primeiro turno, segundo turno ou total de eleitores. Essa precisão evita comparações incorretas e permite que a evolução política seja compreendida dentro das regras de cada pleito.
O que os resultados revelam sobre a trajetória
As vitórias para o Governo de Goiás em 1998, 2002, 2010 e 2014 ocorreram em contextos partidários e eleitorais distintos. Comparar apenas percentuais finais esconde alianças, adversários, regras, abstenção e distribuição regional dos votos.
O desempenho municipal ajuda a identificar bases e mudanças de apoio, mas não explica sozinho o resultado. Campanha, avaliação de governo, cenário nacional e composição das coligações também influenciam.
Resultado oficial é diferente de pesquisa de intenção ou anúncio de pré-candidatura. Para 2026, convenção, pedido de registro e decisão da Justiça Eleitoral formam etapas próprias antes da votação.
Mandatos diferentes, disputas diferentes
As eleições para deputado, senador e governador medem relações políticas distintas. Número de vagas, sistema de votação, alianças e exposição estadual alteram o comportamento do eleitor. A sequência de vitórias e derrotas mostra capacidade de adaptação, mas só ganha sentido quando vinculada ao contexto de cada pleito.