A carreira pública começou com a eleição para deputado estadual em 1990, passou pela Câmara, pelo Senado e por quatro mandatos no Governo de Goiás.
Cronologia essencial
Nascimento
Nascimento em 7 de março. As fontes institucionais divergem entre Goiânia e Palmeiras de Goiás.
Deputado estadual
Primeiro mandato eletivo na Assembleia Legislativa de Goiás.
Deputado federal
Eleição para a Câmara dos Deputados.
Eleito governador
Primeira vitória para o Governo de Goiás.
UEG, Vapt Vupt e Renda Cidadã
Primeiro ano de governo associado à criação ou implantação dessas políticas.
Reeleição e inauguração do CRER
Segundo mandato conquistado; CRER inaugurado em setembro de 2002.
Eleição ao Senado
Deixa o governo e é eleito senador por Goiás.
Retorno ao governo
Terceira vitória para governador.
Quarta eleição
Reeleito no segundo turno.
Goiás na Frente
Lançamento do plano de investimentos.
Saída do governo
Renúncia em abril para disputar o Senado; José Eliton assume.
Presidência do PSDB
Eleito presidente nacional do partido para 2023–2025.
Instituto Teotônio Vilela
Assume a presidência do ITV e anuncia pré-candidatura ao governo.
Convenções e registro
Em 2 de agosto, a definição oficial ainda dependia do calendário eleitoral.
Por que a cronologia importa
A trajetória reúne mandatos legislativos, quatro períodos no Governo de Goiás, passagem pelo Senado e funções partidárias. A ordem dos acontecimentos separa criação, expansão, anúncio, execução e continuidade, além de mostrar quais responsabilidades pertenciam a cada cargo ocupado.
Mudanças de função ao longo da carreira
A linha do tempo atravessa funções legislativas, executivas e partidárias. Como deputado, Marconi participou de debates e articulações parlamentares; no Governo de Goiás, passou a responder pela administração estadual; no Senado, atuou em pautas nacionais; e em funções partidárias, concentrou-se na organização política e na formulação de estratégias.
Essas etapas não possuem o mesmo tipo de responsabilidade. Um governador executa orçamento e coordena secretarias, enquanto um senador vota leis, fiscaliza e representa o estado no Congresso. Separar as competências de cada período ajuda a atribuir decisões ao órgão correto e evita que programas estaduais sejam confundidos com atuação legislativa.
A cronologia também mostra intervalos entre mandatos e retornos eleitorais. Esses períodos influenciam alianças, discurso público e relação com municípios, além de explicar por que determinados programas são associados a fases específicas dos quatro governos.
Da ascensão política ao cenário de 2026
A sequência de cargos mostra uma carreira marcada por retornos ao Executivo estadual. Entre os mandatos, Marconi ocupou o Senado e funções partidárias, preservando presença na política goiana mesmo fora do governo.
Os intervalos também ajudam a identificar quais programas pertencem a cada ciclo e quais foram mantidos por sucessores. A cronologia evita que inaugurações, ampliações e decisões posteriores sejam concentradas em uma única data.
Em 2026, Marconi Perillo teve a candidatura ao Governo de Goiás homologada em 5 de agosto, concorre pelo PSDB com o número 45 e Jacqueline Zaiden como vice. Na carga pública do TSE de 7 de setembro, o pedido de registro constava como aguardando julgamento.
Fontes e documentos
- Perfil biográfico na Assembleia Legislativa de Goiás
- Perfil e acervo no Senado Federal
- Biografia e atuação na Câmara dos Deputados
- História da Universidade Estadual de Goiás
- História institucional do Vapt Vupt
- História e expansão do CRER
- Programa Goiás na Frente — Registro institucional
- Eleição para a presidência do Instituto Teotônio Vilela
- Calendário das Eleições 2026 — TSE