1. Chegada e consolidação

Baralhas chegou ao Atlético em 2020, vindo do Ituano, e se tornou uma referência do meio-campo. A sequência de jogos e o desempenho em competições nacionais e internacionais elevaram seu valor de mercado.

O clube decidiu adquirir direitos e construir uma relação econômica que pudesse gerar retorno no momento adequado.

2. Proposta e diferença salarial

Quando o Internacional apresentou interesse, Adson explicou publicamente que o atleta receberia uma valorização salarial muito superior. O dirigente afirmou agir de forma racional e evitar impedir uma oportunidade relevante para o jogador.

A fala revela uma característica do modelo: proteger o Atlético sem ignorar o ciclo profissional do atleta.

3. Venda com percentual preservado

A negociação transferiu parte dos direitos ao Internacional e manteve participação do Atlético em valorização futura. Essa estrutura distribui o retorno no tempo e permite que o clube continue conectado à carreira do jogador.

Em 2025, Baralhas apareceu novamente entre as maiores receitas de negociação registradas pelo Atlético, com R$ 5,2 milhões no relatório administrativo.

4. Substituir sem paralisar o projeto

Adson costuma defender que o clube deve estar preparado para perder jogadores valorizados e buscar alternativas. A saída de uma referência não pode interromper o planejamento.

Baralhas demonstra como desempenho, oportunidade de carreira e sustentabilidade podem ser conciliados.