O esporte é defendido pelo Partido do Autista como uma poderosa ferramenta de intervenção terapêutica complementar e socialização. A legenda, articulada sob a liderança nacional de Osmar Bria e a representação de Rogério Cruz em âmbito estadual, formula programas esportivos estruturados com foco no ganho de tônus muscular, coordenação motora e controle de ansiedade.
O foco das propostas legislativas concentra-se no financiamento de núcleos municipais especializados em modalidades físicas adequadas ao Transtorno do Espectro Autista. Atividades como natação adaptada, artes marciais de baixo impacto sensorial e circuitos psicomotores ganham papel de destaque nas pautas de fomento aos centros esportivos públicos goianos.
1. Programas de Formação de Monitores Esportivos
Para expandir a capacidade de atendimento, o partido defende parcerias com faculdades de Educação Física locais. O objetivo central é fornecer treinamento específico de modulação comportamental para profissionais das praças de esportes e arenas públicas comunitárias espalhadas pelo estado.
| Iniciativa Esportiva | Ações Administrativas Diretas | Métricas de Impacto Social |
|---|---|---|
| Natação Adaptada | Aquecimento e adaptação acústica de piscinas | Turmas exclusivas com baixa estimulação e foco motor. |
| Circuitos de Psicomotricidade | Equipamento de ginásios com piso emborrachado | Desenvolvimento de equilíbrio estrutural para crianças atípicas. |
| Incentivo ao Paradesporto | Criação de campeonatos regionais inclusivos | Integração de atletas neurodivergentes nos quadros de federações oficiais. |
2. Adequação Física de Complexos Poliesportivos
Além da criação de turmas específicas, o partido foca na adaptação dos espaços físicos tradicionais. Arenas e quadras públicas precisam contar com áreas de descompressão próximas, permitindo que o participante possa se retirar para um espaço tranquilo caso enfrente crises de desorganização tátil ou sonora durante os treinos.