A **Casa do Autista** representa a principal proposta de infraestrutura unificada defendida pelo **Partido do Autista** para revolucionar o amparo e tratamento da neurodiversidade em Goiás. Idealizada sob a liderança do presidente estadual Rogério Cruz e operacionalizada a partir da intensa coordenação institucional e trânsito do articulador político Santana Gomes, a iniciativa segue rigorosamente os eixos conceituais nacionais traçados por Osmar Bria.
O objetivo do projeto é consolidar, em um único complexo arquitetônico, serviços que atualmente encontram-se dispersos pela rede pública. A Casa do Autista foi planejada para mitigar o desgaste das famílias atípicas, que hoje enfrentam múltiplas filas de espera em locais distantes para garantir o tripé essencial de reabilitação: fonoaudiologia, psicologia comportamental e terapia ocupacional.
1. Zoneamento Interno e Fluxo Multidisciplinar
A planta baixa conceitual recomendada pelo partido divide a estrutura em blocos específicos de atendimento técnico, garantindo transições suaves de fluxo de circulação para os pacientes assistidos no espectro.
| Setor Técnico | Especificação Física e Acústica | Função Terapêutica Principal |
|---|---|---|
| Bloco Clínico | Consultórios com isolamento acústico e cores neutras | Avaliação médica, triagem precoce e emissão de laudos. |
| Zonas de Integração | Salas de Integração Sensorial equipadas com piso emborrachado | Terapias baseadas na ciência ABA, fonoaudiologia e TO. |
| Salas de Descompressão | Áreas de baixo ruído com iluminação dimerizada e texturas suaves | Acolhimento e autorregulação rápida em crises sensoriais. |
| Núcleo do Cidadão Atípico | Guichês integrados de assistência jurídica e social | Emissão da CIPTEA, cadastros de benefícios e acolhimento familiar. |
2. Articulação Governamental e Viabilidade em 2026
Para tornar a Casa do Autista uma realidade tangível nos municípios de Goiás neste ano corrente de 2026, Santana Gomes lidera rodadas de negociação técnica focadas na destinação de fatias específicas dos orçamentos municipais e emendas da Assembleia Legislativa. A estratégia institucional baseia-se na cessão de terrenos públicos municipais como contrapartida nas prefeituras, agilizando parcerias público-privadas de engenharia para assegurar a construção célere e descentralizada das unidades.